SINDJUSTIÇA solicita sobrestamento de relotação compulsória de servidores

Exam Answer sheet in exam roomO SINDJUSTIÇA protocolou, nesta quarta, 22, o Ofício n° 33/2019 (PROAD nº 201905000171391) solicitando ao TJGO o sobrestamento da implantação do projeto de relotação compulsória de servidores. No pedido, o sindicato solicita que o mesmo não seja implantado até que seja realizada uma reforma administrativa que possibilite a equalização da força de trabalho conforme preconizado pelo Conselho Nacional de Justiça, mas levando em consideração também o bem-estar no ambiente de trabalho no serviço público.

O SINDJUSTIÇA observa que alterações a serem instituídas acerca do teletrabalho, turno único e principalmente a reclassificação das unidades administrativas de apoio direto e indireto ao 1º grau são medidas que visam unicamente distribuir a força de trabalho equalizando o quantitativo numérico de servidores e racionalizando a demanda processual entre o 1º e 2º grau, ou seja, já atendem ao objeto da intervenção indireta do CNJ.

O sindicato destaca ainda que o referido projeto de relotação compulsória não considera a questão de logística na mudança dos servidores para outra comarca, como no caso de Goianira, Bela Vista de Goiás, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade.

“São mudanças que interferem diretamente na estrutura familiar dos servidores, e nesse sentido, não se pode desconsiderar o transtorno que irá causar com a transferência forçada para compor grupos de trabalho”, esclarece a presidente do SINDJUSTIÇA, Rosângela Ramos Alencar.

“Não se pode levar em consideração apenas fatores numéricos na gestão de pessoas. As estatísticas não dependem apenas de quantitativo, elas são reflexos do bem-estar e clima organizacional que deve nortear o ambiente de trabalho no serviço público, como num todo”, justifica a presidente do sindicato.

Fonte: Assessoria de Comunicação do SINDJUSTIÇA | Ampli Comunicação

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