Filiados devem valorizar participação nos atos do sindicato, diz servidor

egmarQuem participa de assembleias e outros eventos do SINDJUSTIÇA já se deparou com a fala pausada, mas firme, do servidor aposentado Egmar Honorato da Silva, de 63 anos, que costuma pontuar suas inserções de forma breve e com abordagens pertinentes, enriquecendo o debate com seus testemunhos ou meras observações. Porém, nem sempre foi assim.

Morador de Araçu, antes de ingressar como servidor no Tribunal de Justiça de Goiás, em 1993, no Fórum da Comarca de Araçu, Egmar já havia atuado no serviço público, primeiramente no município e depois na extinta Caixego. No TJ, atuou no Cartório do Crime e Fazendas Públicas, como escrevente judiciário, secretário do juízo, protocolo e por muitas vezes na substituição de oficial de justiça.

“Três ou quatro meses após a entrada no TJ, me filiei ao sindicato. Como eu já havia trabalhado em agência bancária e era filiado ao sindicato daquela categoria, eu já tinha experiência com este tipo de associação. O que mais me atraía então era o rol de benefícios concedidos aos trabalhadores graças ao sindicato”, recorda-se Egmar.

“Quando saí do banco e dei início à minha carreira no TJ eu logo me filiei à entidade imbuído desse mesmo espírito, envolvendo-me muito pouco ou nada mesmo nas assembleias e outras atividades desenvolvidas pelas sucessivas diretorias. No entanto, ao contrário de muitos colegas, não fazia críticas a essa ou aquela administração, apenas não me sentia motivado a participar ativamente no movimento sindical”, pontua o servidor aposentado.

Na verdade, esclarece, foi só nos últimos anos da carreira e, em seguida, após sua aposentadoria, que ele se tornou um sindicalizado assíduo, presente e participativo. “A forma de o sindicato ordenar suas ações, gerir o patrimônio e conquistar auxílios em todos os âmbitos para os servidores me chamaram a atenção. O esforço em buscar judicialmente auxiliar todos sindicalizados e por consequência até aos não sindicalizados também contribuíram para esse meu novo olhar e atitude em relação à entidade”, conclui Egmar. “Nesses 30 anos, o sindicato e todos os servidores que verdadeiramente participam das importantes discussões para a categoria estão de parabéns!”

Fonte: Assessoria de Comunicação do SINDJUSTIÇA | Ampli Comunicação

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