Um sindicato voltado à humanização e ao diálogo

marina novaes

“Servidora aposentada, mas operante”. Assim, com bom humor, define-se a servidora inativa Marina de Fatima Novais de Souza Gondim Leroy. Delegada sindical da comarca de Itumbiara pelo segundo mandato, ela ingressou no Tribunal de Justiça em 1995 e, três anos depois, filiou-se ao sindicato dos servidores. Hoje, ela fala sobre os 30 anos do SINDJUSTIÇA.

Ela se recorda que, à época de sua filiação, a estrutura da entidade era mais restrita e se resumia apenas à administração do sindicato. Sua aproximação efetiva ao movimento sindical se deu, principalmente, pela mudança na postura da diretoria no tratamento com os colegas no final dos anos 90.

“Sempre acreditei na representatividade do movimento sindical, mas só me integrei mesmo a essa luta quando a Rosângela, atual presidente, entrou na diretoria. Quando ela assumiu a presidência da entidade, em sua primeira gestão, o sindicato já ganhou uma nova cara, enfatizando o acolhimento de seus filiados”, recorda a delegada.

A partir daí, assinala Marina de Fátima, o sindicato seguiu por um caminho de relações mais humanas, de diálogo, tanto internamente quanto ao lidar com as diversas instâncias do TJ e da sociedade. “Sem dúvida, o fato de termos uma mulher como presidente contribuiu para essa abertura ao diálogo. Mesmo que eu não sentisse uma discriminação dos colegas do sindicato, uma mulher na presidência é um exemplo muito inspirador para todos”, ressaltou.

Como delegada sindical pela segunda vez, atividade que pode exercer mesmo tendo se aposentado em dezembro do ano passado, Marina de Fátima frisa que o apoio do sindicato é muito importante no atendimento às demandas dos servidores de comarcas do interior. “A entidade é bastante atenciosa com as condições de trabalho dos servidores de outras comarcas, sem se restringir a Goiânia. Entendo que cabe também aos delegados fazer essa ponte, desenvolvendo atividades locais e intermediando junto à diretoria para que haja isonomia em todos os aspectos a todos os servidores do TJ, independentemente da comarca”, observa a delegada sindical, destacando que o sindicato ainda fará muito por seus filiados neste pós 30 anos de história.

Fonte: Assessoria de Comunicação do SINDJUSTIÇA | Ampli Comunicação

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